Álcool e Gravidez |

























O álcool atravessa facilmente a placenta e circula da mãe para o filho. Segundo a quantidade de álcool e a fase da gravidez em que ocorrem os consumos, as consequências podem ser diferentes: abortos espontâneos, nascimento da criança morta, parto prematuro, malformações que podem constituir o síndroma alcoólico fetal. 

O síndroma alcoólico fetal consiste em alterações morfológicas do crânio, do coração, da face e dos membros da criança, deficiente crescimento em peso e estatura. 

É muito mais frequente em portugal do que se poderia imaginar. 

Se deseja um filho com saúde é absolutamente indispensável que não tome bebidas alcoólicas durante a gravidez. O risco é mais elevado durante as primeiras semanas da gravidez, quando, muitas vezes, a mãe não tem ainda conhecimento ou certeza de estar grávida. 
O risco de anomalias fetais é mais frequente na mulher que bebe, mesmo em doses reduzidas, do que naquela que mantém a abstinência alcoólica. 

Amamentação

O leite materno é o alimento mais adequado para o bebé e deveria ser, se possível, o único alimento até aos 6 meses de idade. Durante o aleitamento, a mãe deve utilizar bebidas saudáveis como a água, o leite e sumos naturais, dispensando totalmente as bebidas alcoólicas. Se não o fizer, o leite que o filho bebe conterá álcool. 

O álcool difunde-se muito bem nos líquidos orgânicos ricos em água, pelo que se mistura com enorme facilidade no leite materno, sendo a sua quantidade neste líquido igual à quantidade de álcool que existe no sangue.

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